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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Seleção da Champions League 2013-14

Finalizada mais uma edição da Champions League com o titulo do Real Madrid, a tão sonhada  “La Décima”, o DeLetra então resolveu montar a seleção do Campeonato. Uma curiosidade, podemos dizer que o Atletico de Madrid foi vice invicto?

Confira os 11 escolhidos para formar nossa seleção:

Courtois (Atlético de Madrid) - O belga passou cinco jogos em 12 sem sofrer gols e foi um modelo de consistência na campanha surpreendente do Atlético até a decisão.

Juanfran (Atlético de Madrid) – Não tivemos muitos destaques na posição e o jogador foi um dos pilares da equipe que fez um grande ano.

Sergio Ramos (Real Madrid) – Que Champions, decisivo na semi e na final, os gols apenas coroaram  a melhor temporada da história do jogador, que na maioria dos anos era contestado por grande parte. Jogou muito apenas.

Miranda (Atlético de Madrid) – Gigante na campanha do Atlético, importantíssimo, desempenho que para muito fazia valer a vaga nos 23 do Felipão, mas para ele, outros nomes ficaram a frente.

Filipe Luís (Atlético de Madrid) – Outro brasileiro de destaque, importante em muitas partidas principalmente na força ofensiva

Xabi Alonso (Real Madrid) – Fez muita falta na decisão em Lisboa, mas no restante do Champions fez um belo campeonato.

Modric (Real Madrid) – Fez uma excelente dupla com Xabi, fez o time do Real jogar, o motor do time.

Di María (Real Madrid) – Muito nessa seleção pelo que fez na final, um dos melhores em campo, para muitos com a chegada do Bale ele seria banco, mas conquistou o seu espaço no esquema, e mostrou que poderia sim jogar com o Bale.

Cristiano Ronaldo (Real Madrid) – Apenas o cara que bateu o recorde de gols numa mesma edição, 17 gols, monstro, atual melhor do mundo, titulo merecido e recorde também. Não fez uma final excepcional mas foi coroado com um gol no fim.

Zlatan Ibrahimovic (PSG) – Sim, o Ibra merece ser citado nessa seleção. Em 8 jogos o sueco fez 10 gols, comandando a equipe do PSG. Por lesão ele não participou da partida decisiva contra o Chelsea, onde o time francês foi eliminado.

Diego Costa (Atlético de Madrid) – apesar de ter “jogado” 8 minutos na final, por conta de uma lesão no campeonato espanhol, o jogador tentou com uma recuperação rápida surpreender a todos e participar do jogo, mas não aguentou. O jogador foi importante na competição. Sempre decisivo marcando gols de tudo quanto é jeito.

>>> Leia também: Brasileiros no exterior que poderiam reforçar o Brasileirão

Concordam? Monte sua seleção também!

Por: Túlio dos Anjos

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Ole, Ole, Ole, "Cholo" Simeone

Há poucos dias da decisão da Liga dos Campeões da Europa, Diego Simeone tem tudo para se tornar de vez o maior ídolo da história do Atlético de Madrid. Campeão espanhol no último domingo, “El Cholo” como é chamado carinhosamente pela torcida, (apelido herdado pela combinação mestiça de meio branco, meio índio), para muitos ainda não é o maior nome na história do clube e sim o argentino naturalizado espanhol José Eulogio Garáte (atual treinador do Palmeiras), atacante que conquistou três campeonatos nacionais e também conquistou por três vezes a artilharia, além de ter participado da equipe que foi vice-campeã da Liga dos Campeões em 1974, em que até o momento era o maior feito que o Atlético tinha alcançado na competição.


A carreira:


Nascido em 28 de abril de 1970, em Buenos Aires na Argentina, Simeone foi revelado no Vélez Sarsfield e surgiu nos profissionais em 1987, sempre jogou como volante, exemplo de raça e dedicação em campo e muitas vezes até considerado desleal pelos adversários pela forma bastante dura e séria de enfrentar ás partidas, características suficientes para se tornar ídolo de qualquer clube. Com apenas 19 anos ele se transferiu para a Europa, foi jogar no modesto Pisa da Itália, após três anos no clube ele foi para a Espanha defender o Sevilla, clube em que chamou atenção do Atlético de Madrid, onde sua carreira decolou de vez, a sua primeira passagem pelo clube de Madrid durou três anos, de 1994 á 1997, na temporada de 95/96, ele ajudou seu time a conquistar o Campeonato Espanhol e a Copa do Rei. Em 1997 ele foi jogar no poderoso Inter de Milão, que no caso estava montando uma grande seleção que logo mais contaria com a chegada de Ronaldo Fenômeno, na Inter ele conquistou a Copa da Uefa, sua passagem pelo clube de MIlão durou até 1999, onde ele foi ser ídolo em outra equipe Italiana, a Lázio, levantou mais quatro títulos, campeão Italiano, da Copa da Itália, Supercopa da Itália e Supercopa da Europa. Já em 2003, com 33 anos, quase em fim de carreira, o Cholo voltou para sua casa em Madrid, ficou mais dois anos no Atlético, dessa vez sem conquistas, atuou em 36 partidas até 2005 onde decidiu retornar para a Argentina depois de dezesseis anos, encerrou sua carreira no Racing em 2006, time em que começou sua carreira de treinador logo em seguida.


Seleção Argentina:


Com a seleção ele ganhou duas vezes a Copa América (91 e 93), uma vez a Copa das Confederações (92) e foi medalha de prata em Atenas em 1996 com a seleção Olímpica, além de participar de três Copas do Mundo em 1994, 1998 e 2002. Atuou por 106 partidas e balançou as redes 11 vezes.


O treinador:


Sem tempo para descansar após pendurar as chuteiras em 2006, Simeone já foi para a beira do gramado pelo próprio Racing da Argentina, ficou pouco tempo, no mesmo ano foi para o Estudiantes, onde conquistou o Campeonato Argentino (trofeu Apertura). Na temporada seguinte ele se transferiu para o River Plate, conquistou outra vez o Argentino, mas dessa vez o Clausura. Na temporada 2009-10 ele treinou o San Lorenzo e logo em seguida teve seu primeiro lampejo na Europa, em 2011 foi apara a Itália treinar o Catania, onde treinou o clube por apenas 18 partidas, e logo em seguida retornou também rapidamente para o Racing. Mas o seu caminho cigano e de aprendizado estava chegando ao fim, no mesmo ano, como um bom filho, ele retornou para casa novamente, chegando ao ápice de sua carreira como treinador logo no primeiro ano no Atlético de Madrid, venceu a Liga Europa e a Supercopa da Uefa em 2012, a Copa do Rei na temporada 2012-13 e o Campeonato Espanhol no último domingo, título que os Colchoneros não conquistavam desde a temporada 1995-96 quando Simeone era jogador da equipe. A próxima página na história de Diego pode ser escrita no próximo sábado (24), quando o Atlético decide a final da Champions League contra o maior rival, o Real Madrid em Lisboa.


O amor da torcida:


A idolatria por Diego Simeone sempre existiu, no video abaixo, produzido em homenagem pela primeira passagem pelo clube, vocês irão ver nos últimos dez segundos, Fernando Torres, quando ainda era criança, cantando em homenagem ao Cholo, acompanhado de outras crianças na arquibancada do Vicent Cálderon. Assista:



A decisão:

Com os prováveis desfalques de Diego Costa e Arda Turan, o Atlético vai ter que se desdobrar para vencer o Real Madrid, comandado por Cristiano Ronaldo a equipe merengue conta com investimentos astronômicos no seu plantel e não vence a Liga dos Campeões desde a temporada 2001-2002 com a equipe liderada por Zinedine Zidane. A decisão de sábado ocorrerá às 15:45, horário de Brasília, no Estádio da Luz em Lisboa, Portugal. E não irá ser fácil, mas Simeone está a um passo da maior conquista de sua história e da história do Atlético.

>>> Leia também: O adeus dos "Hermanos" da Inter de Milão


Por: Breno Cota Neves

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Torcidas europeias dão show nas arquibancadas na última semana

Na última terça-feira (29/04), a torcida do Bayern de Munique deu um show a parte nas arquibancadas, um mosaico formado pelas 71 mil pessoas presentes no estádio foi simplesmente sensacional, O Bayern precisava de uma vitória com dois gols de diferença contra a a equipe do Real Madrid pela Champions League, mas quem venceu a partida foi a equipe madrilenha que aplicou 4 x 0 no time anfitrião.


No mosaico, o vermelho e branco predominavam ao lado do escudo do Bayern, além da taça da Champions e a escrita em alemão “Para Sempre”. Confira abaixo:

Foto: Trivela

















Na Dinamarca, os torcedores do Kobenhavn abusaram da criatividade durante o empate contra o Drondby por 1 x 1. Um bandeirão 3D foi estendido na arquibancada, em seu desenho, um canhão virado para o estádio do Brondby, adversário da tarde, simulando uma cena de destruição total da casa do adversário. Assista ao Vídeo: Bandeirão 3D

Foto: Trivela

Mas nem tudo são flores, Na Itália, a “festa” da torcida do Milan foi para clamar justiça. No último domingo (04/05), durante o derby contra a Inter de Milão no San Siro, os torcedores do Milan levantaram um mosaico com a palavra “Vergonha”, e estenderam embaixo uma bandeira com a seguinte mensagem: “Um aplauso para as mães das vítimas humilhadas pela polícia.” A mensagem era para relembrar um caso que não tem ligação com o futebol, mas que mostrou o clima quente entre a polícia e as torcidas italianas. 

Foto: Trivela
Entenda o caso:


(Em setembro de 2005, o jovem Federico Aldrovandi, de apenas 18 anos, foi detido por policiais, por perturbação da tranquilidade – aparentemente sob efeito de álcool e drogas – ,espancado até a morte e deixado em um parque da cidade de Ferrara. Em 2012, os três policiais foram condenados, mas cumpriram apenas seis meses em cárcere fechado, tendo suas penas reduzidas.

O que despertou a ira da população italiana nos últimos dias – e o protesto da torcida rossonera – foi o fato de que esses três policiais foram recebidos em uma conferência anual da polícia italiana em Rimini, no nordeste do país, sob fortes aplausos. A mãe do garoto e o ministro do interior, Angelino Alfano, foram algumas das pessoas que condenaram publicamente a ovação. - Fonte: Trivela)
Por: Breno Cota Neves

Veja também: Uma seleção de bons jogadores que nunca jogaram na Europa

Você também pode gostar de: 11 ausentes que formariam uma seleção competitiva para a Copa do Mundo
                             





sexta-feira, 2 de maio de 2014

Campeonato Espanhol entra na reta final

A três rodadas do fim, o campeonato espanhol tem seu final mais disputado dos últimos anos. São três equipes na luta. Atlético de Madrid lidera a competição com 88 pontos, seguido do Barcelona com 84 pontos, Real Madrid ocupa a terceira colocação com 82 pontos e um jogo a menos. 

Vamos aos confrontos finais do campeonato de cada um dos três times.  

Mosaico feito pela torcida do Atlético de Madrid
Atletico de Madrid
36ª rodada: Enfrenta o Levante fora de casa, equipe que postula no meio da tabela. Um jogo que pode ser considerado fácil.
37ª rodada: recebe no Vicente Calderón o Málaga, que já não briga por mais nada, dos três é o confronto mais difícil da rodada. 
38ª rodada: A depender das ultimas rodadas, chega no confronto contra o Barcelona no Camp Nou como o grande campeão.


Barcelona
36ª rodada: Barcelona joga em casa contra o Getafe que briga na parte inferior da tabela, está em 17º, uma posição acima do Z-3.
37ª rodada: Barça joga fora contra o Elche que está a 3 pontos da zona de rebaixamento.
38ª rodada: Joga em casa a ultima partida, precisa vencer seus jogos, e torcer por pelo menos um tropeço do Atletico.

Real Madrid
Jogo atrasado: contra o Valladolid que está na zona de rebaixamento.
36ª rodada: Dos três, o Real tem o jogo mais difícil da rodada, joga contra o Valencia no Santiago Bernabéu.
37ª rodada: Celta de Vigo recebe o Real, que pode chegar nessa rodada sem chances de titulo. Caso o Atletico vença seus dois jogos ou o real não vença uma das duas e o jogo atrasado.
38ª rodada: ao que tudo indica fará seu ultimo jogo contra o Espanyol para cumprir a tabela.


Atletico de Madrid tem tudo para acabar com a supremacia de Real e Barça dos últimos anos. Valencia foi a última equipe a vencer o campeonato, na temporada 2003/2004

Cristiano Ronaldo(30), Diego Costa(28) e Messi(27) brigam pela a artilharia do campeonato. O português tem em tese um jogo a mais que os adversários e já está na frente. Tem tudo para ficar com a artilharia. Enquanto o titulo deve mesmo ficar na mão do maior rival.

Lembrando que as duas equipes fazem a grande final da Champions League no dia 24 deste mês, em Lisboa

Por: Túlio dos Anjos


segunda-feira, 28 de abril de 2014

11 ausentes que formariam uma seleção competitiva para a Copa do Mundo

Duzentas e três seleções disputaram as 31 vagas para a Copa do Mundo no Brasil, cento e setenta e uma seleções no mundo inteiro ficarão de fora do maior espetáculo do futebol mundial, agora imagina quantos bons jogadores não vão ter a oportunidade de participar do torneio. Vamos escalar uma seleção de ponta com os jogadores que ficaram de fora, sem sombras de dúvida, essa seleção seria uma das favoritas para ganhar o título.

Ibrahimovic, Lewandowski, Peter Cech e Bale
A seleção será escalada no tradicional esquema 4-4-2, e na lista não entraram jogadores que vão ficar de fora por problema de lesões.


Goleiro: Peter Cech, Tcheco, astro do Chelsea, Cech é considerado um dos melhores do mundo em sua posição.


Lateral direita: Outro jogador do Chelsea, o sérvio Ivanovic.


Lateral esquerda: Essa vaga fica com o austríaco David Alaba do Bayern de Munique.


Zagueiros: O dinamarquês Simon Kjaer do Lille da França e Subotic da Sérvia, atual zagueiro do Borussia Dortmund, formam uma zaga razoável, talvez o ponto mais fraco dessa seleção.


Lewandowski e Bale
Meio-Campistas: Para compor essa posição, escolhemos o escocês Darren Fletcher do Manchester United, o tcheco Rosick do Arsenal, o armênio Henrik Mkhitaryan do Borussia, e o jogador mais caro do mundo, Gareth Bale, Galês e um dos protagonistas do Real Madrid.

Zlatan Ibrahimovic
Atacantes: Temos várias opções para essa posição, mas os titulares absolutos são Zlatan Ibrahimovic, sueco, do PSG da França e o polonês Robert Lewandowski do Borussia Dortmund.


Esse “juntado” de craques chegaria no minimo em uma oitavas de final, um trio de frente com Bale, Ibra e Lewandowski colocaria terror em qualquer defesa do mundo. Além dos onze titulares, essa seleção também poderia contar com vários reservas de luxo como o lateral sérvio Kolarov, o volante peruano Juan Vargas da Fiorentina e seu compatriota Farfán, meia do Schalke 04, o turco Arda Turan do Atlético de Madrid, o galês Ramsley, além de Demba Bá, Berbatov, Adebayor, Vucinic, Pandev e tantos outros que como nós, iram assistir a Copa somente pela televisão.

Por: Breno Cota Neves